Objetivo

Oferecer um atendimento digno para as lesões causadas pela violência sofrida pelas mulheres. Tendo como diferencial o tratamento médico, onde os atendimentos são feitos na clínica da Dra. Carla Góes onde é feita a utilização da mais nova tecnologia na reconstrução facial. Após esse atendimento a vítima pode retornar mais rapidamente para uma vida normal e convívio com seus familiares e com a sociedade. 

A maioria das mulheres sofrem agressões na região do rosto, e as marcas internas se agregam às externas. “Essa violência destrói a autoestima e o amor próprio dessa paciente, para ela não existe um futuro, pelo fato de ter as marcas das agressões em um lugar que ela não poderá mas esconder”, afirma Carla.

Para reverter esse quadro, o projeto “Um Novo Olhar” é uma iniciativa privada e única no Brasil. Proposito de mostrar a essas mulheres que elas são as vítimas, e, assim, oferecer um acolhimento, dar dignidade a elas, apagar as marcas da violência e devolvê-las fortalecidas para que todas possam ser despertadas para um novo ciclo, e assim fortalecidas sintam – se aptas a viver uma nova vida. 

A iniciativa do projeto é fortalecer a vítima. O tratamento consiste em aplicar as técnicas antes usadas para diminuir cicatrizes e inchaços pós-operatórios para ajudar na recuperação de mulheres que foram agredidas. Os procedimentos oferecido pelo projeto tem um grande diferencial no tempo de recuperação, onde a vítima levaria meses para curar grandes e pequenos hematomas, o tratamento feito pela Dra. Carla leva apenas alguns dias de recuperação. A reconstrução de lábios, nariz, realmente a face. O tratamento consiste em técnicas aplicadas pela Dra. Carla, através de vários tipos de laser sendo no total mais de 48 tipos e técnicas de reconstrução facial. 

Atualmente o projeto conta com parceiros, profissionais liberais, grandes redes que estão apoiando o projeto “Um Novo Olhar”, e através das redes de conversas criado pela Dra. Carla, onde tivemos a primeira roda do Iguatemi One, e conquistando novos parceiros e apoiadores de diversas áreas, inclusive no mundo da moda.

Preocupante

O ministério da saúde registra que, no Brasil, a cada quatro minutos, uma mulher é agredida por ao menos um homem e sobrevive. A maior parte das vítimas de violência (física, sexual, psicológica, entre outras) são mulheres.A Lei Maria da Penha define cinco formas de violência doméstica e familiar, deixando claro que não existe apenas a violência que deixa marcas físicas evidentes. No entanto, tais iniciativas são um avanço, e outras se unem, como o projeto da Dr. Carla Góes, a fim de contribuir com o resgate de vidas abaladas corporal, mental e socialmente.

– violência psicológica: xingar, humilhar, ameaçar, intimidar e amedrontar; criticar continuamente, desvalorizar os atos e desconsiderar a opinião ou decisão da mulher; debochar publicamente, diminuir a autoestima; tentar fazer a mulher ficar confusa ou achar que está louca; controlar tudo o que ela faz, quando sai, com quem e aonde vai; usar os filhos para fazer chantagem – são alguns exemplos de violência psicológica, de acordo com a cartilha Viver sem violência é direito de toda mulher;

– violência física: bater e espancar; empurrar, atirar objetos, sacudir, morder ou puxar os cabelos; mutilar e torturar; usar arma branca, como faca ou ferramentas de trabalho, ou de fogo;

– violência sexual: forçar relações sexuais quando a mulher não quer ou quando estiver dormindo ou sem condições de consentir; fazer a mulher olhar imagens pornográficas quando ela não quer; obrigar a mulher a fazer sexo com outra(s) pessoa(s); impedir a mulher de prevenir a gravidez, forçá-la a engravidar ou ainda forçar o aborto quando ela não quiser;

– violência patrimonial: controlar, reter ou tirar dinheiro dela; causar danos de propósito a objetos de que ela gosta; destruir, reter objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais e outros bens e direitos;

– violência moral: fazer comentários ofensivos na frente de estranhos e/ou conhecidos; humilhar a mulher publicamente; expor a vida íntima do casal para outras pessoas, inclusive nas redes sociais; acusar publicamente a mulher de cometer crimes; inventar histórias e/ou falar mal da mulher para os outros com o intuito de diminuí-la perante amigos e parentes.

A idealizadora

Dra. Carla Góes é médica e empreendedora do ramo da medicina. Formada em medicina e especializada em dermatologia. Escritora e autora de diversos livros, inclusive os best-sellers “Grávida e Bela”, “Mãe, e agora?”, “Belíssima: aos 40, 50, 60…” e “Beleza Sustentável / Como Pensar, Agir e Permanecer Jovem” e do seu mais novo lançamento “O Poder É Seu” da Editora Planeta. Inovou ao lançar o projeto “Novo Olhar” que tem como objetivo a reconstrução facial de mulheres vítimas de violência doméstica.